Autoestima, o que não é.

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Estimar-se

Olá, gente! Nesse espaço iremos tentar construir reflexões que venham de alguma forma aquecer nossos corações e nos ajudar a enxergar situações do nosso cotidiano de forma mais lúcida. A ideia é que seja um papo bem gostoso de amiga, então… sem mais delongas, vamos lá!

“Auto aceitação”, “empoderamento”, “amor próprio”, são termos que estão na moda. Virou a nova sensação ser good vibes e dona de si. E sim estes assuntos nos interessam. Mas, que em muitos momentos nos deixam ainda mais perdidas nesse tiroteio de sentimentos voltados a si, vamos em três textos, explorar o tema. Tentaremos desvendar o que é autoestima. E Para começar vamos primeiramente entender o que NÃO vem a ser este sentimento.

Em primeiro lugar é preciso esclarecer que Autoestima não é compreender o seu valor a partir da comparação com outras pessoas. Isto é competição. O que pode nos tornar vulneráveis a sentimentos de inadequação, fracasso, insuficiência, inveja, arrogância. Isso porque quando alguém se compara a outro está usando a realidade de outra pessoa para se auto avaliar. Orgulho é sentir-se acima, inveja é sentir-se abaixo, para mencionar apenas duas das principais consequências que essa postura de comparar-se pode gerar.

Estimar-se também não é o mesmo que autopromover-se. Tudo bem estar ciente das próprias qualidades, e tudo bem falar sobre elas. Mas alardear sobre seus próprios méritos e qualidades ainda não é a mesma coisa que autoestima, e muitas vezes esconde uma necessidade de afirmação perante os outros que pode gerar frustração quando essa afirmação não vem.

Autoestima também não pode ser condicionada a conquistas. Imagine só se você condicionasse o amor pelos seus amigos, familiares, parceiros, ao fato de eles serem as pessoas mais bonitas, bem sucedidas, ricas. Sobraria alguém? Então, se somos capazes de amar outras pessoas pelo que elas são, não pelo que elas tem ou conquistaram, como podemos a nós mesmos não nos achar merecedores desse amor?

Olhar para esses pontos é importante, porque nos tira a necessidade de ser alguém que não somos. E ainda assim, e sobretudo por isso, nos dedicar esse sentimento tão necessário.

Esse primeiro texto é pra deixar com gostinho de quero mais, agora que já sabemos que elementos não se confundem com a autoestima exploraremos nos próximos o que de fato é.

Texto por Tamara Araújo.

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Jéssica Araújo, 28 anos, contadora por formação e blogueira por paixão e opção. Desde 2017 que começou a criar conteúdos online e viu a oportunidade de trabalhar com publicidade no instagram, no qual virou sua nova profissão. Em 2018 fez o curso de Imagem e Moda pelo Instituto En Moda em busca de conhecimento. Desde então dedica seu trabalho integralmente ao blog, as redes sociais e ao canal no youtube.

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