Revisitar o passado para decidir quem quero ser.

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Revisitar o passado para decidir quem quero ser

Estamos no início de um novo ciclo, início de ano, de uma nova década, momento ideal para sonhar, fazer projeções, definir prioridades. Finzinho de 2019 refleti muito sobre os caminhos que me trouxeram até aqui. As vezes o que precisamos para nos reinventar é assimilar melhor o que já temos. Então coloquei num papel as seguintes perguntas:

· O que eu sonhava, o que eu queria nos últimos anos? Me dediquei a esses sonhos? Fiz escolhas condizentes com o que considerava importante?

· Que oportunidades a vida me deu de evoluir e eu não aproveitei?

· Que certezas foram desfeitas?

Tentei olhar de forma ampla, carinhosa e realista para poder encontrar as respostas, sem mentir para mim mesma, sem me vitimar e sem ser dura demais. Percebi que dadas as mesmas circunstâncias, advirão os mesmos resultados, muita coisa que não deu, não vai dar de novo, caso minha conduta permaneça a mesma. Do nada, não sairá nada. E essa não é uma forma pessimista de ver as coisas e sim uma forma de sair do túnel e enxergar com clareza o que estou fazendo com a minha vida.

Evoluir é um desafio, cada um de nós temos limitações biológicas, psicológicas próprias. Entender o que nos limita não extinguirá essas limitações, mas quando percebemos onde estamos empacando conseguimos buscar novas formas de agir.

Aceitar a si mesmo, inclui aceitar o próprio potencial. Não podemos confundir Amor próprio com conformismo.

Deixo aqui o convite para que cada uma coloque-se de frente para si mesma e chame-se para um café e trocar figurinhas sobre o teu tempo, tuas ações e sua vida. E também a indicação desse vídeo incrível do professor Pedro Calabrez.

E pra quem já aderiu aos podcasts, esse episódio do dupatcast:

Um feliz 2020 para vocês!
Texto por Tamara Araújo.

 

 

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